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Vincenzo Giudice Neto
São Paulo (SP)
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Publicações
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Vincenzo Giudice Neto
Artigo ·
há 10 anos
Mudança na idade mínima da aposentadoria e tempo de contribuição
Vamos esclarecer... Ontem, 07 de janeiro de 2016, a presidente Dilma anunciou que os brasileiros estão se aposentando em média aos 55 anos homens e 50 mulheres e, como a média de vida em nosso país...
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Vincenzo Giudice Neto
Comentário ·
há 11 anos
E se Fabíola fosse eu? O “apedrejamento virtual”. Quem não tem pecado, atire a primeira pedra!
Fátima Burégio
·
há 11 anos
Longe de querer ser juiz ou advogado de qualquer uma das partes e correndo o risco de ser rotulado como puritano ou moralista, eu vejo a traição como uma das maiores agressões que os seres humanos podem sofrer. Em qualquer tipo de relação, mesmo entre amigos. Na maioria dos casos, ela atinge a alma e a o mais profundos sentimentos humanos, que o grande analista Freud já listou e classificou.
O caso da Fabíola e a indignação do marido e do "amigo" não é diferente do caso da banda Calypso em que um dos protagonista o Chimbinha foi "apedrejado" constantemente em Shows pela cantora e pelo próprio público.
A falta de uma punição formal, que foi extinta não sendo mais considerada a traição como um crime, acaba levando a mente dos envolvidos num labirinto de inconformidade que pode acabar até mesmo em tragédias. Não defendo a volta da punição, é apenas a título de informação.
Não podemos julgar e nem prever o que se passa na cabeça de uma pessoa e por mais equilibrada que ela seja, até que ponto a emoção e os sentimentos estarão sob controle. Se estivermos dissociados da situação é muito fácil analisar racionalmente os fatos, mas do lado dos envolvidos, fica complicado.
Sem divagar, mas por uma questão de analogia, um professor me disse certa vez:
_Eu garanto que eu nunca vou roubar, mas matar alguém, eu não posso garantir.
Eu não entendi e quis saber o porquê ele cometeria um crime maior e jamais um menor, pois quem faz o mais, faz o menos. Ele me esclareceu:
_Eu tenho uma filha de 4 anos e uma esposa. Se eu chegar em casa e pegar em flagrante marginais abusando de uma delas, não penso duas vezes, eu cometo o crime de assassinato, sem chance de defesa aos marginais e sem sentimento de culpa.
Faz a gente pensar, não é!?
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